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	<title>Próspera &#8211; Consultoria e Capacitação Financeira Empresarial</title>
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	<title>Próspera &#8211; Consultoria e Capacitação Financeira Empresarial</title>
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		<title>PREÇOS DE VENDA</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 21:28:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma questão fundamental para a gestão financeira é a análise dos preços de venda feita pela comparação dos preços com os custos dos produtos ou serviços vendidos. A princípio os preços são representações financeiras do valor percebido pelos clientes a respeito dos produtos ou serviços ofertados no mercado. Sendo que esta percepção subjetiva de valor [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="viewer-7uege">Uma questão fundamental para a gestão financeira é a análise dos preços de venda feita pela comparação dos preços com os custos dos produtos ou serviços vendidos.</p>
<p id="viewer-cm936">A princípio os preços são representações financeiras do valor percebido pelos clientes a respeito dos produtos ou serviços ofertados no mercado. Sendo que esta percepção subjetiva de valor e a preferência por um determinado produto são determinadas, principalmente pelo grau de utilidade circunstancial daquele produto ou serviço.</p>
<p id="viewer-1uvo1">Por isso, aspectos qualitativos e a disponibilidade de outros produtos, que atendem às mesmas necessidades do consumidor, podem afetar a percepção de valor a respeito de um determinado produto ou serviço.</p>
<p id="viewer-el7iq">Outro fator que influencia diretamente na decisão de compra é o orçamento, ou a renda do consumidor.</p>
<p id="viewer-3sk22">Portanto, os principais fatores que influenciam a percepção de valor e a decisão de compra são o orçamento do consumidor e a utilidade de um produto ou serviço específicos.</p>
<p id="viewer-5o853">Ou seja, os preços de venda são formados “da porta para fora” das empresas, no mercado. Por isso, as empresas têm esta tarefa muito importante: analisar a política de preços que pratica e seu posicionamento mercadológico.</p>
<p id="viewer-bt45l">Também é necessário verificar se os preços praticados são suficientes para fazer frente aos custos e ainda gerar lucro, pois do o ponto de vista da empresa, quando ocorre uma venda, o valor monetário recebido tem dois destinos: fazer frente aos custos da empresa e gerar lucro.</p>
<p id="viewer-a03cm">Uma análise de preços de venda mais ampla deve considerar os aspectos mercadológicos e os custos envolvidos nos processos empresariais.</p>
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		<title>A NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 21:23:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[capital de giro]]></category>
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					<description><![CDATA[Em minha opinião a questão mais importante a ser conhecida pelos empreendedores de pequenos negócios é o mecanismo do dinheiro na vida empresarial. E no centro desta questão está a Necessidade de Capital de Giro. Imagine que tudo acontece em dois mundos paralelos ligados por uma ponte temporal. Meio metafísico, não é? Mas é bem [&#8230;]]]></description>
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<p id="viewer-foo">Em minha opinião a questão mais importante a ser conhecida pelos empreendedores de pequenos negócios é o mecanismo do dinheiro na vida empresarial. E no centro desta questão está a Necessidade de Capital de Giro.</p>
<p id="viewer-2j6vn">Imagine que tudo acontece em dois mundos paralelos ligados por uma ponte temporal. Meio metafísico, não é? Mas é bem simples.</p>
<p id="viewer-67mfh">Existe um mundo dos fatos econômicos e um mundo onde ocorrem as consequências financeiras destes fatos. E a ponte que liga estes dois mundos é a Política de Prazos da empresa.</p>
<p id="viewer-d42i7">Considere que VENDER é um fato e RECEBER é a consequência financeira deste fato.</p>
<p id="viewer-rsd">Pelo lado dos custos e saídas de dinheiro do Caixa, considere que USAR é um fato e a consequência financeira deste fato é PAGAR.</p>
<p id="viewer-4s50d">Na prática os fatos e suas respectivas consequências financeiras não ocorrem, necessariamente, ao mesmo tempo. Aliás, raramente, os fatos e suas consequências ocorrem simultaneamente.</p>
<p id="viewer-1fbbm">Esta defasagem de tempo entre os fatos econômicos e suas respectivas consequências no caixa da empresa são os PRAZOS.</p>
<p id="viewer-1b58i">Toda empresa tem a sua Política de Prazos, que é composta por três prazos:</p>
<ul>
<li id="viewer-e1a8v">Prazos concedidos aos clientes;</li>
<li data-hook="rcv-block15">Prazos obtidos com os fornecedores;</li>
<li data-hook="rcv-block16">Prazos das mercadorias paradas no estoque.</li>
</ul>
<p id="viewer-1sq7q">E, é esta Política de Prazos que regula a velocidade de saída e a velocidade de entrada de dinheiro no Caixa da empresa.</p>
<p id="viewer-9mnfv">Assim, ao conceder prazo para o seu cliente, você está retardando a velocidade de entrada no Caixa. E vice-versa, quando você vende à vista, você está acelerando a entrada de dinheiro no Caixa.</p>
<p id="viewer-3b0pv">Por outro lado, quando você obtém prazo para pagar os seus fornecedores você está retardando a velocidade de saída de dinheiro no Caixa. E quando paga suas compras à vista você está acelerando a velocidade das saídas de Caixa.</p>
<p id="viewer-6is4v">O prazo de permanência das mercadorias no estoque é regulado pelo tamanho das suas compras em relação ao volume das suas vendas. Quanto maior for a compra, mais tempo as mercadorias ficaram paradas no seu estoque, o que contribui para retardar a velocidade de entrada de dinheiro no Caixa. Quanto menor for a compra menos tempo as mercadorias ficarão no seu estoque e isso contribui com o aumento da velocidade das entradas de Caixa.</p>
<p id="viewer-56poe">Suponha que a sua empresa já esteja funcionando com a melhor Política de Prazos possível, dadas as condições de mercado. E mesmo assim a velocidade das saídas de Caixa seja maior que a velocidade das entradas. Neste caso, seu Caixa ficará ciclicamente com um déficit. Ou seja, frequentemente você terá dificuldade para pagar suas contas. Isso não quer dizer que a sua empresa não seja lucrativa. Isso quer dizer que você precisa ter dinheiro guardado para compensar a falta de dinheiro criada pela defasagem entre a velocidade das entradas e das saídas do Caixa. Defasagem esta que é criada pela Política de Prazos.</p>
<p id="viewer-4s7k6">Imagine uma caixa d’água cheia na qual você pode regular o fluxo de entrada e o fluxo de saída da água por meio de torneiras. Imagine que a sua política de regulagem de abertura e fechamento destas torneiras faz com que você eventualmente faça sair mais água do que esteja entrando. Perceba que nestes períodos a quantidade de água dentro da caixa deverá diminuir. Comparando com o Caixa da sua empresa, é isso que acontece como consequência da sua Política de Prazos. Nestes períodos os pagamentos são maiores do que os recebimentos. Em outros períodos os recebimentos serão maiores que os pagamentos.</p>
<p id="viewer-2liaa">Mas, o fato é que os períodos em que os pagamentos são maiores que os recebimentos ocorrem recorrentemente e em um ritmo definido pela Política de Prazos. Ou seja, eventualmente você deverá recorrer a dinheiro para complementar o Caixa para fazer seus pagamentos.</p>
<p id="viewer-5tm38">Este valor em dinheiro é o nome de Capital de Giro. Ele pode ser dinheiro seu, guardado, mas também pode ser obtido por meio de empréstimos.</p>
<p id="viewer-2mu6e">A Necessidade de Capital de giro, portanto, faz parte da natureza dos negócios. Ela não é um defeito dos negócios.</p>
<p id="viewer-8jbu1">Alguns modelos possuem necessidades maiores enquanto outros possuem necessidades menores. Às vezes tão pequenas ao ponto de serem negativas. E que, me valendo da licença poética me permito chamar de “Desnecessidade” de Capital de Giro.</p>
<p id="viewer-f517e">Empresas usam recursos para vender seus produtos e serviços. Em termos monetários as empresas lucrativas vendem mais do que usam. Mas, mesmo sendo lucrativas elas possuem uma defasagem entre a velocidade das entradas e a velocidade das saídas do Caixa, o que gera a necessidade de se ter dinheiro guardado para, durante estes períodos cíclicos de “seca” no Caixa, fazer frente às despesas que devem ser pagas.</p>
<p id="viewer-7gb6u">Sendo assim, dependendo da Política de Prazos da empresa e do valor dos seus custos operacionais, podemos dimensionar a quantidade de dinheiro necessária para enfrentar estes ciclos de ausência de recursos no Caixa. Ou seja, podemos dimensionar o valor da sua Necessidade de Capital de Giro.</p>
<p id="viewer-27er9">Este é o mecanismo que gera a Necessidade de Capital de Giro de um negócio. É fundamental que empresários e gestores entendam este mecanismo para que possam dimensionar suas variáveis e calcular a Necessidade de Capital de Giro dos seus negócios.</p>
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		<title>OS FATOS ECONÔMICOS E SUAS CONSEQUÊNCIAS FINANCEIRAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[inovabr]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 21:20:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Sua imaginação pode te ajudar a entender uma questão fundamental das finanças empresariais. Imagine que quando falamos de dinheiro tudo aconteça em dois mundos paralelos ligados por uma ponte temporal. Parece ficção, mas não é. É assim: Existe um mundo no qual ocorrem os fatos econômicos e outro mundo onde ocorrem as consequências financeiras destes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="viewer-foo">Sua imaginação pode te ajudar a entender uma questão fundamental das finanças empresariais. Imagine que quando falamos de dinheiro tudo aconteça em dois mundos paralelos ligados por uma ponte temporal. Parece ficção, mas não é.</p>
<p id="viewer-egi3h">É assim: Existe um mundo no qual ocorrem os fatos econômicos e outro mundo onde ocorrem as consequências financeiras destes fatos. Ou seja, VENDER é um fato econômico e RECEBER é a consequência financeira deste fato. Assim como, USAR é um fato econômico e PAGAR é a consequência financeira deste fato.</p>
<p id="viewer-674o">Esta divisão em dois mundos é necessária porque, na prática, os fatos e suas respectivas consequências financeiras não ocorrem necessariamente ao mesmo tempo. Aliás, raramente os fatos e suas consequências ocorrem simultaneamente &#8211; como já foi colocado no texto “A NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO”, que aborda os efeitos que esta divisão em dois mundos gera no fluxo de caixa.</p>
<p id="viewer-1k9h7">Entender que o mecanismo do dinheiro na vida empresarial pode ser analisado com dois olhares diferentes é indispensável para empresários e gestores. Isso significa saber em qual mundo se está trabalhando: no mundo dos fatos ou no mundo das consequências?</p>
<p id="viewer-dn85n">No mundo dos fatos você consegue saber se seu negócio é lucrativo ou não e consegue planejar cenários diversos. Basta fazer uso da matemática para investigar – calcular &#8211; se as vendas superam os usos ou não. Além disso, você pode estimar qual seria o volume de venda necessário para obter o lucro almejado. Portanto, no mundo dos fatos você faz cálculos.</p>
<p id="viewer-5pnlt">Já no mundo das consequências, você não calcula quase nada. As tarefas relacionadas a este mundo são as tarefas de lançamento, conciliação e acompanhamento do Caixa e do Fluxo de Caixa. São tarefas normalmente ligadas a questões muito mais organizacionais do que questões estratégicas. Isso porque se os fatos já ocorreram então somente nos resta observar, organizar e controlar suas consequências.</p>
<p id="viewer-8ks2i">Por isso as informações provenientes do controle das consequências financeiras não são tão úteis para embasar as decisões estratégicas para o negócio, quanto são as informações provenientes dos cálculos realizados no mundo dos fatos.</p>
<p id="viewer-22mad">Administrar o seu negócio olhando somente para as consequências financeiras, isto é, olhando para o Fluxo de Caixa, é equivalente a tentar descobrir a doença de uma pessoa se baseando nas informações de um termômetro.</p>
<p id="viewer-3lh7b">As investigações mais profundas e os ajustes mais importantes para sua empresa devem ser feitos no mundo dos fatos econômicos.</p>
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		<title>PLANEJAMENTO, ATITUDE E CRIATIVIDADE</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 17:25:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Planejar é desenhar. Portanto exige dedicação e criatividade! Planejar não é um exercício de adivinhação. Planejar é desenhar, determinar, definir e expressar o que você quer realizar. Encarar o planejamento como um exercício de adivinhação é um dos fatores responsáveis pelo desestímulo a planejar. Por que é muito frustrante para alguém que pretende modelar um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p id="viewer-foo">Planejar é desenhar. Portanto exige dedicação e criatividade!</p>
<p id="viewer-ejec9">Planejar não é um exercício de adivinhação.</p>
<p id="viewer-64n4o">Planejar é desenhar, determinar, definir e expressar o que você quer realizar.</p>
<p id="viewer-djabc">Encarar o planejamento como um exercício de adivinhação é um dos fatores responsáveis pelo desestímulo a planejar. Por que é muito frustrante para alguém que pretende modelar um negócio ou fazer qualquer tipo de planejamento não conseguir prever algumas informações indispensáveis para os cálculos ou inferências que apoiam as conclusões do planejador.</p>
<p id="viewer-9tiku">Contudo, é justamente por causa desta imprevisibilidade que o planejamento deve ser encarado como uma atividade de desenho. Ou seja, as variáveis e parâmetros devem ser colocados no planejamento como elementos que compõem o desenho do negócio que você pretende ter no futuro, próximo ou distante. Fazendo isso, em algum momento você terá uma “gravura” desenhada por você. O seu modelo ideal de negócio. O negócio que você quer ter. O que é diferente de “o negócio que vai dar para ter”. Mesmo porque, “o negócio que vai dar para ter” nem exige planejamento algum. Pois, qualquer coisa que vier a acontecer foi negócio que deu para ter.</p>
<p id="viewer-9eomj">Nada te impede de determinar quanto de lucro você quer que sua empresa esteja gerando daqui a cinco ou dez anos e nem de desenhar &#8211; projetar &#8211; como isso irá acontecer. Se você como planejador não consegue saber quanto deverá vender no futuro para obter o lucro projetado, você pode, em vez de tentar adivinhar, determinar esta quantidade como uma meta a ser atingida. Isso deverá te estimular a buscar justificativas mercadológicas que fortaleçam sua meta. O que pode ser feito por meio de prototipagens do modelo de negócio idealizado.</p>
<p id="viewer-560d0">Metodologias, planilhas e sistemas ajudam os planejadores a obterem mais qualidade, eficiência e organização nos seus planejamentos. Mas, métodos e ferramentas não planejam sozinhos. São meios pelos quais os planejadores se expressam desenhando e modelando suas ideias de negócios. Planejar exige atitude e criatividade.</p>
<p id="viewer-vn9p">Outra questão importante: planejar não é providenciar um atestado de viabilidade. Isso deve ser feito em um segundo momento.</p>
<p id="viewer-q875">Primeiro desenhamos o modelo nas condições e circunstâncias ideais. Depois vamos às análises e aos testes de viabilidade, que poderão avaliar se as condições e circunstâncias são realistas ou não. Estes testes e análises poderão indicar a necessidade de remodelação do desenho inicial ou até mesmo a inviabilidade da ideia de negócio.</p>
<p id="viewer-b2emc">É um equívoco tentar fazer as duas coisas ao mesmo tempo: modelar o negócio e atestar sua viabilidade econômica. A segunda atividade pode bloquear a criatividade tão preciosa para a primeira.</p>
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